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Porque foi ele, o meu pai, que acreditou desde o começo que isso daria certo. Foi ele que apostou todas as fichas neste meu sonho e não sossegou até eu concretizá-lo. Foi ele que mesmo sendo criticado por deixar o filha fazer um curso "tosco", bancou e se orgulhou disso. E mais: eu sei que essa não é uma conquista apenas minha. É uma conquista também dos meus pais, que lutaram tanto para me transformar em uma profissional séria.
Eu não sei se me transformei na mulher que ele gostaria. Sei que ele não queria ter uma filha jornalista. E isso aumenta ainda mais minha admiração por ele. Porque, mesmo não sendo o que ele queria, formar uma jornalista foi o foco dele durante quatro anos.
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